Sábado, 27 de Junho de 2009

ANEDOTAS DE GAÚCHOS!!

 

"Grosso, machão, entrou na sala de espera do consultório médico declarando que seria o primeiro a ser atendido - e quem não gostasse que fosse reclamar pro bispo.

Dentro do consultório, o médico tentava pela vigésima vez agarrar a enfermeira. Quando a moça saiu esbaforida porta afora com o doutor correndo atrás, de cajardo na mão, o susto na sala foi tão grande que o esculápio só souber perguntar:

- Quem é o próximo?

E o nosso machão, mui respeitoso: - Pois até nem sei, seu doutor. Chegamo tudo meio entreverado..."

 

 

 

"Estava o Gaudério em sua estancia trabalhando, quando olhou para o relógio e exclamou assustado!

- A las frescas! To mais atrasado que tartaruga em desfile de lebre! O fandango começa daqui a pouco, tche!!

Apressadíssimo, o gaúcho correu para a casa e no caminho falou pro guri que trabalhava na fazenda:

- Piá! Encilha ligeiro um animal pra mim que eu to loco de atrasado pro baile!

E o menino fez o que o Gaudério mandou. O gaúcho montou e se mandou correndo para chegar em tempo no baile. No caminho resolveu pegar um atalho que, diziam, tinha assombração. Mesmo assim ele não quis saber. De repente, no meio do mato, surgiu o diabo, o capeta em pessoa. O gaudério, mais branco que lenço de padre, se cagou todo:

- Coisa ruim! Por favor não me mate, tche!

- Calma gaúcho - respondeu o tristonho - Pelo contrário, vou te conceder três pedidos. Peça o que quiser.

- Ah, é assim? Pois então:

  • QUERO TER UM ROSTO DE GALÃ DE CINEMA,
  • QUE A MINHA GUAIACA FIQUE CHEIA DE DINHEIRO
  • E UM ORGÃO SEXUAL IGUAL AO DESTE ANIMAL QUE ESTOU MONTANDO!

- Pode ir pro baile - disse o demo - vou te atender os desejos.

E o Gaudério chegou no fandango, atiçado. Foi pro banheiro conferir o resultado dos pedidos. Primeiro olhou no espelho e tava com o rosto do Tom Cruise. Depois abriu a guaiaca e era dinheiro que não cabia mais. Finalmente baixou a calca pra conferir o terceiro pedido:

- "PIÁ DE MERDA!!! ME ENCILHOU A ÉGUA!!!"

 

 

 

"O peão entra num bar chique, destes com homem de brinco e mulher de cabeça raspada, vai lá para um cantinho do balcão, pede uma cachaça e fica só bombeando o movimento e bebericando sua fortinha.

Daqui a pouco senta ao lado dele uma guria com um jeito meio esquisito, pede uma vodca e puxa assunto com o índio véio.

-Tu é peão de estância mesmo?

-Eu sou. Nasci numa estância. Me criei lá. Laço, pealo e gineteio. Capo touro e cavalo. Marco o gado. Mato e carneio. Faço de tudo numa estância. Aí o gaúcho estufa o peito e começa a cantada.

E tu guriazinha bonita? Que que tu fazes na vida?

-Qualé meu! Eu sou lésbica.

-Lésbica?! Que que é isso?

-Eu gosto de mulher. Levanto pensando em mulher. Trabalho pensando em mulher. Almoço pensando em mulher. Deito pensando em mulher. Durmo sonhando com mulher. É isso. Tchau!

A mulher levanta e vai embora meio braba.

O peão fica ali. Termina a cachaça e pede outra. Fica matutando entretido com os pensamentos. Nisso senta outra gatinha ao lado dele. Ele fica meio desconfiado, mas fica na dele. Aí a guria pergunta:

-Tu és peão de estância, dos legítimos?

Ele olha bem prá ela, faz uma pausa conferindo o raciocínio, e tasca: -Pois olha, até a bem pouquinho eu era. Só que agora descobri que sou lésbica"

 

 

Um sujeito muito espero, comprava coisas no interior e revendia na capital, e ultimamente, andava na base da troca. Mas numa dessas visitas ao interior, o vivente derrubou três notas de cem reais, e um porco, solto no terreiro, engoliu as três notas.

O trambiqueiro ficou desesperado, aproveitou que o dono não estava perto, chutou o porco, e o bicho cuspiu uma nota.

Ligeiro uma barbaridade, teve uma idéia, levou o porco pra um bolicho que estava cheio de gente, de propósito, pediu uma série de coisas e, na hora de pagar, chutou o porco e a nota de cem, saltou da boca do bicho.

Ficaram todos espantados, e o dono do bolicho, cresceu o olhos e já queria comprar. O malandro não deu bola, dali a pouco chutou o porco de novo, e mais cem saltou da boca do bicho. O bolicheiro mandou fazer o preço do porco:

- Faz o preço que eu compro o bicho!
- Dois mil reais e o bicho é teu!

Negócio fechado, cheio de testemunhas, o picareta foi embora e no outro dia deu no jornal:

"Bolicheiro mata porco a pontapé!"

 

 

 

publicado por alguém no mundo às 01:24
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